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terça-feira, 5 de abril de 2011

A questão da saúde no Brasil

Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para promoção, proteção e recuperação. (Constituição Federal de 1988)

Entretanto o que se pode ver é que, após todo o tempo decorrido da promulgação da Constituição, a saúde está sofrendo de enfermidades profundas, cerceando, assim, o cidadão do exercício de seus direitos.

Assistindo o Globo Repórter desta sexta feira, 1° de abril, até parece mentira, mas o que vi foi o descaso do poder público com a necessidade de atendimentos básicos de saúde. O que denota a falta de capacidade do Estado no cumprimento da lei. O Brasil está sofrendo pela baixíssima qualidade e pela quantidade inadequada de médicos para atender a população. Faltam equipamentos, leitos, UTI.

Falta amor. "Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros". (João 13:35)

Falta vontade. "Percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo". (Mat. 4:23)

Falta respeito. "Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado". (1 Cor. 3:16-17)

Como podem ver, a Bíblia apóia o valor do corpo físico; afinal, fomos criados por Deus.

Maria Lúcia França

domingo, 20 de março de 2011

Em sintonia com a Campanha da Fraternidade 2011

Gesto concreto de fraternidade e preservação do meio ambiente

Manejo do lixo doméstico

O que é gentileza urbana? Esta expressão extraída do nome de um prêmio instituído pelo IAB – MG (Instituto dos Arquitetos do Brasil), nos fala das iniciativas que fazem de uma cidade ou um bairro, um lugar bom para se viver. Podem ser pequenos ou grandes gestos, iniciativas gentis que são sinônimos de cidadania. Pode ser um banco de pedra colocado em um lugar agradável, jardins bem cuidados, árvores floridas ou frutíferas para o bem estar comunitário, como também pode ser uma apresentação musical ou teatral numa praça, uma iniciativa cidadã em um bairro e tantas outras atitudes que refletem a gentileza e urbanidade dos moradores.
E aí, podemos pensar... Nós já moramos em um lugar gostoso pela própria natureza: sombreado pelas árvores, iluminado pelo sol, com belos jardins, casas bem cuidadas, a visão e o cheiro do cerrado e muitas outras belezas. Por que não pensar então, em transformar o nosso bairro em modelo de gentileza urbana e, ao mesmo tempo, estimular a criação de novos hábitos mais condizentes com esses novos tempos de consciência ecológica?
Vamos lá, então! Muitos de nós já observamos (com muito desgosto, diga-se de passagem) que os sacos de lixo que colocamos na calçada para serem coletados são remexidos pelos “catadores”, em busca de algum material reutilizável. Por que não separar o nosso lixo, para que os “catadores” possam levar apenas aquilo que lhes interessa? É bom para eles, é bom para nós! Estaremos facilitando o trabalho dessas pessoas que precisam sobreviver, estaremos contribuindo com o meio ambiente e, de quebra, evitando que o saco de lixo seja todo remexido e espalhado pela calçada e pela rua, sujando a nossa porta e o nosso bairro.
Como fazer?
Primeiro você precisa saber diferenciar o lixo seco, o lixo úmido e o lixo não reciclável. Depois, você usa uma segunda lixeira e sacos de lixo de cor diferente. Para economizar e tornar hábito a reutilização, pode-se reutilizar sacos de mercado (de preferência, os biodegradáveis) para o depósito de lixo úmido e não reciclável. Importante lembrar que pilhas e baterias não podem ser jogadas em lixo doméstico. Procure o local correto para o depósito.
Para o lixo seco, o reciclável, você irá utilizar um saco maior (100 ou 200 litros) e de preferência da cor azul.
Tipos de Lixo
Lixo seco: papel, papelão, jornais, revistas, cadernos, folhas soltas, caixas e embalagens em geral, caixa de leite, caixas de papelão (desmontadas), metais (ferrosos e não ferrosos) latas de alumínio, cobre, pequenas sucatas, copos de metal e de vidro, garrafas, potes e frascos de vidro (inteiros ou quebrados), plásticos (todos os tipos), garrafas PET, sacos e embalagens, brinquedos quebrados, utensílios domésticos quebrados.
Lixo úmido: cascas de frutas e legumes, restos de comida, papel de banheiro, latas de ferro, sujeira de vassoura e de cinzeiro.
Não recicláveis: papel higiênico, papel plastificado, papel de fax ou carbono, vidros planos, cerâmicas ou lâmpadas.
Limpe o lixo reutilizável, para não comprometer a reciclagem e evitar insetos e roedores. Para isso, você pode utilizar água de reuso, como a que é liberada pela lavadora de roupas.
Coloque o saco de lixo reciclável bem antes do caminhão de lixo passar e o lixo orgânico, pouco tempo antes. Assim, aos poucos, os catadores vão diferenciar os tipos de lixo. Com esse procedimento, você verá como, em pouco tempo, antes que o caminhão de lixo passe, o saco com lixo reciclável desaparecerá de sua porta, retirado pelas pessoas que precisam. Seja gentil! Faça a sua parte para que o nosso bairro seja mais humanizado e se torne um lugar ainda melhor para se viver!
Essa simples mudança de hábitos pode fazer a diferença, além de irmos nos adequando gradativamente à coleta seletiva que deve ser implantada em nosso bairro em um futuro próximo.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

VOTAR BEM É CONTRIBUIR PARA QUE O BRASIL VÁ BEM, DIZ CARDEAL

D. Odilo Scherer: escolher cidadãos dignos, probos e capazes

(Zenit.org - 9/9/2010) - “As próximas eleições são uma ocasião para a participação consciente de todos nas decisões sobre os rumos do Brasil nos próximos anos. Votar bem é contribuir com a própria parte para que o Brasil vá bem”, afirma o arcebispo de São Paulo.

O cardeal Odilo Scherer – em artigo na edição desta semana do jornal O São Paulo – destaca o tema das eleições de 3 de outubro no Brasil.

Segundo o arcebispo, votar bem “ainda não é tudo”. “Mas deixando de fazer as escolhas certas agora, estaremos colaborando para que o Brasil seja mal governado, leis injustas e desajeitadas sejam aprovadas, a riqueza nacional seja administrada mal, ou até desviada de sua legítima destinação e o atraso de vida se prolongue por mais tempo”.

“Os cidadãos têm força política e é do povo que o poder político emana. Na democracia, são os cidadãos que escolhem quem faz leis e governa. Por isso, o exercício desse poder, pelo voto, é importante para o País. Por sua vez, quem for eleito deve exercer o poder político como um serviço ao País e ao povo, de quem recebeu o mandato.”

O cardeal explica que por isso “é bom verificar se os candidatos estão comprometidos com as grandes questões, que requerem ações decididas dos governantes e legisladores, como a superação da pobreza, a promoção de uma economia voltada para a criação de postos de trabalho e a melhor distribuição da renda, a educação de qualidade, saúde, moradia, saneamento básico para todos, respeito à vida e defesa do meio ambiente”.

Governar bem – afirma Dom Odilo – “é governar para todos, e não apenas para grupos, que se beneficiam do governante ou legislador para alcançar ou proteger seus interesses particulares”.

De acordo com o arcebispo, político bom “está comprometido com o bem comum, que se expressa na liberdade, justiça e solidariedade social, segurança pública e cultura da paz, no pleno respeito à dignidade da pessoa e seus fundamentais direitos, em especial, na inviolabilidade da vida humana desde a concepção até à morte natural”.

“São valores são fundamentais e irrenunciáveis para o convívio social. Isso também requer a promoção de condições econômicas para a satisfação das necessidades básicas e a vida digna da população, bem como o reconhecimento da legítima posse de bens, preservada a dimensão social da propriedade.”

As eleições são “o momento bom para escolher cidadãos dignos, probos e capazes de governar e legislar com sabedoria e prudência; momento também de não conferir esta responsabilidade pública tão importante a cidadãos que não tenham ‘ficha limpa’”.

“Isso requer um esforço dos eleitores para conhecer os candidatos e para não votar de maneira inconsequente. Alguém entregaria as chaves de sua casa a um zelador não-confiável? Ou a senha do cofre a um ladrão comprovado?”, questiona o arcebispo.

terça-feira, 13 de julho de 2010

TVs católicas realizam pela primeira vez debate com presidenciáveis

Pela primeira vez, emissoras católicas de TV promovem um debate com os candidatos presidenciáveis. Será um debate imperdível! Agende-se e divulgue!

As emissoras católicas TV Canção Nova e TV Aparecida se uniram para realizar pela primeira vez um debate com os candidatos à presidência do Brasil.
Marcado para o dia 23 de agosto, o programa será transmitido ao vivo para todo o Brasil e para alguns países – um público estimado em mais de 100 milhões de espectadores.
Os candidatos José Serra (PSDB), Dilma Roussef (PT), Marina Silva (PV) e Plínio Arruda Sampaio (PSOL) confirmaram presença.
Segundo a superintendente da TV Canção Nova, Ana Paula Guimarães, a proposta do programa é oferecer oportunidade aos candidatos para tratarem de assuntos de interesse do público católico, além de temas relevantes para toda a sociedade.
Assuntos como aborto, uso de células tronco embrionárias e exposição de símbolos religiosos em locais públicos farão parte da pauta que compreende ainda questões ligadas à saúde, educação, emprego, segurança pública, previdência, liberdade de imprensa, reforma agrária, entre outros. “Nosso objetivo não é estimular a discussão entre os candidatos, mas a exposição de suas ideias para oferecer subsídios ao nosso público para que escolha com maior segurança o candidato”, afirma.
Com duração de duas horas, o programa, que terá como mediador o padre Antônio Cesar Moreira Miguel, diretor geral da TV Aparecida, está estruturado em quatro blocos. O primeiro bloco com perguntas feitas pelo mediador a partir de temas sorteados ao vivo. O segundo bloco terá perguntas de três jornalistas convidados pela coordenação do programa sobre temas de livre escolha.
No terceiro bloco, as perguntas serão feitas por representantes de pastorais e movimentos da Igreja Católica, ligados à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que estarão na plateia. No quarto e último bloco, os candidatos respondem mais uma vez a perguntas feitas pelo mediador sobre qualquer tema sorteado ao vivo e participam do quadro “Como você resolverá o problema?”, que consiste na exposição da solução para determinado problema sugerido pelo mediador.
O programa termina com as considerações finais de cada candidato.
A cada pergunta, o candidato terá entre 1 minuto e 1 minuto e meio para resposta. Nos blocos 2 e 3, cada resposta será comentada por outro candidato sorteado. Haverá réplica de 1 minuto para o candidato que respondeu e tréplica de 1 minuto para o candidato que comentou.
Todo o conteúdo do programa será transmitido também via internet e nas rádios dos dois grupos de comunicação, além de outras emissoras católicas interessadas em retransmitir a programação. (Fonte: Redenoticia.com.br)