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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Juventude será o tema da Campanha da Fraternidade de 2013

Fonte: CNBB


Fraternidade e Juventude. Este será o tema da Campanha da Fraternidade de 2013. A escolha foi feita nesta quarta-feira, 15, pelo Conselho Episcopal Pastoral, que está reunido desde terça-feira, 14, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). 
O tema foi proposto pelo Setor Juventude da CNBB, que recolheu cerca de 300 mil assinaturas junto aos jovens do Brasil. O lema será escolhido na próxima reunião do Consep. 
O Setor da Mobilidade Humana da CNBB apresentou e defendeu o tema do tráfico de pessoa humana e o trabalho escravo. Outros temas foram apresentados, mas não receberam votos.
 Esta será a segunda Campanha da Fraternidade sobre a Juventude. A primeira foi realizada em 1992 com o lema “Juventude, caminho aberto”.
 A escolha dos temas da Campanha da Fraternidade é feita com antecedência de dois anos.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Hora do Planeta 2011



Participe da Hora do Planeta 2011, neste sábado, 26/3, às 20:30h

Em 26/3, mais de 1 bilhão de pessoas e milhares de empresas no mundo todo devem apagar suas luzes por 60 minutos, na maior mobilização mundial contra o aquecimento global.
Com o slogan “Apague a luz para ver um mundo melhor”, a campanha Hora do Planeta 2011 convida você a apagar as luzes de sua casa ou de sua empresa por 60 minutos, neste sábado, 26 de março de 2011, das 20h30 às 21h30. Estima-se que mais de 1 bilhão de pessoas em todo o planeta vão aderir a essa iniciativa, que se constitui na maior mobilização mundial contra o aquecimento global.
Conhecida internacionalmente como Earth Hour, a Hora do Planeta é um ato simbólico, promovido no mundo todo pela Rede WWF, pelo qual governos, empresas e a população demonstram sua preocupação com as mudanças climáticas. O gesto simples de apagar as luzes por 60 minutos, possível em todos os lugares do mundo, tem o significado de chamar para uma reflexão sobre a questão ambiental e os desafios impostos pelo aquecimento global.
No Brasil, a Hora do Planeta é promovida pelo terceiro consecutivo. O responsável pelo evento no país é o WWF-Brasil, organização não governamental brasileira que se dedica à preservação da natureza, com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. O Instituto Ethos é parceiro da WWF-Brasil nessa iniciativa.
Por meio do site www.horadoplaneta.org.br, cidadãos, empresas e organizações de todo o país podem fazer seu cadastro e obter mais informações sobre o movimento.
Histórico
Ao ser realizada pela primeira vez, em 2007, a Hora do Planeta contou com a participação de 2,2 milhões de moradores de Sidney, na Austrália. Já no ano seguinte, o movimento reuniu 50 milhões de pessoas de 400 cidades, em 35 países. Simultaneamente apagaram-se as luzes do Coliseu, em Roma, da ponte Golden Gate, em São Francisco, e da Opera House, em Sidney, entre outros ícones mundiais.
Em 2009, o WWF-Brasil realizou pela primeira vez a Hora do Planeta no país. Essa primeira edição brasileira superou todas as expectativas de adesão e visibilidade previstas pela organização. Registraram sua participação no site oficial do movimento 113 cidades de todo o Brasil, entre as quais 13 capitais, 1.167 empresas, 527 organizações, 58 veículos de comunicação e milhares de pessoas. O Cristo Redentor e o Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, a Catedral de Brasília, a Ponte Estaiada, em São Paulo, e o Teatro Amazonas, em Manaus, entre muitos outros cartões-postais do país, permaneceram no escuro por uma hora, graças à articulação do WWF-Brasil com os governos locais.
Em 2010, a Hora do Planeta reuniu mais de 1 bilhão de pessoas, em 4.200 cidades de 125 países. Todos os componentes do G20, assim como outras 105 nações, apagaram suas luzes durante a Hora do Planeta. Monumentos como o Cristo Redentor, a Torre Eiffel, a London Eye, a Fontana de Trevi e o Empire State foram alguns dos 1.383 ícones que ficaram no escuro por 60 minutos.
Participe você também desse ato simbólico! Além de demonstrar sua adesão e preocupação com o aquecimento global, este é um gesto concreto bem dentro da proposta da Campanha da Fraternidade. Vamos lá!

domingo, 20 de março de 2011

Em sintonia com a Campanha da Fraternidade 2011

Gesto concreto de fraternidade e preservação do meio ambiente

Manejo do lixo doméstico

O que é gentileza urbana? Esta expressão extraída do nome de um prêmio instituído pelo IAB – MG (Instituto dos Arquitetos do Brasil), nos fala das iniciativas que fazem de uma cidade ou um bairro, um lugar bom para se viver. Podem ser pequenos ou grandes gestos, iniciativas gentis que são sinônimos de cidadania. Pode ser um banco de pedra colocado em um lugar agradável, jardins bem cuidados, árvores floridas ou frutíferas para o bem estar comunitário, como também pode ser uma apresentação musical ou teatral numa praça, uma iniciativa cidadã em um bairro e tantas outras atitudes que refletem a gentileza e urbanidade dos moradores.
E aí, podemos pensar... Nós já moramos em um lugar gostoso pela própria natureza: sombreado pelas árvores, iluminado pelo sol, com belos jardins, casas bem cuidadas, a visão e o cheiro do cerrado e muitas outras belezas. Por que não pensar então, em transformar o nosso bairro em modelo de gentileza urbana e, ao mesmo tempo, estimular a criação de novos hábitos mais condizentes com esses novos tempos de consciência ecológica?
Vamos lá, então! Muitos de nós já observamos (com muito desgosto, diga-se de passagem) que os sacos de lixo que colocamos na calçada para serem coletados são remexidos pelos “catadores”, em busca de algum material reutilizável. Por que não separar o nosso lixo, para que os “catadores” possam levar apenas aquilo que lhes interessa? É bom para eles, é bom para nós! Estaremos facilitando o trabalho dessas pessoas que precisam sobreviver, estaremos contribuindo com o meio ambiente e, de quebra, evitando que o saco de lixo seja todo remexido e espalhado pela calçada e pela rua, sujando a nossa porta e o nosso bairro.
Como fazer?
Primeiro você precisa saber diferenciar o lixo seco, o lixo úmido e o lixo não reciclável. Depois, você usa uma segunda lixeira e sacos de lixo de cor diferente. Para economizar e tornar hábito a reutilização, pode-se reutilizar sacos de mercado (de preferência, os biodegradáveis) para o depósito de lixo úmido e não reciclável. Importante lembrar que pilhas e baterias não podem ser jogadas em lixo doméstico. Procure o local correto para o depósito.
Para o lixo seco, o reciclável, você irá utilizar um saco maior (100 ou 200 litros) e de preferência da cor azul.
Tipos de Lixo
Lixo seco: papel, papelão, jornais, revistas, cadernos, folhas soltas, caixas e embalagens em geral, caixa de leite, caixas de papelão (desmontadas), metais (ferrosos e não ferrosos) latas de alumínio, cobre, pequenas sucatas, copos de metal e de vidro, garrafas, potes e frascos de vidro (inteiros ou quebrados), plásticos (todos os tipos), garrafas PET, sacos e embalagens, brinquedos quebrados, utensílios domésticos quebrados.
Lixo úmido: cascas de frutas e legumes, restos de comida, papel de banheiro, latas de ferro, sujeira de vassoura e de cinzeiro.
Não recicláveis: papel higiênico, papel plastificado, papel de fax ou carbono, vidros planos, cerâmicas ou lâmpadas.
Limpe o lixo reutilizável, para não comprometer a reciclagem e evitar insetos e roedores. Para isso, você pode utilizar água de reuso, como a que é liberada pela lavadora de roupas.
Coloque o saco de lixo reciclável bem antes do caminhão de lixo passar e o lixo orgânico, pouco tempo antes. Assim, aos poucos, os catadores vão diferenciar os tipos de lixo. Com esse procedimento, você verá como, em pouco tempo, antes que o caminhão de lixo passe, o saco com lixo reciclável desaparecerá de sua porta, retirado pelas pessoas que precisam. Seja gentil! Faça a sua parte para que o nosso bairro seja mais humanizado e se torne um lugar ainda melhor para se viver!
Essa simples mudança de hábitos pode fazer a diferença, além de irmos nos adequando gradativamente à coleta seletiva que deve ser implantada em nosso bairro em um futuro próximo.

sábado, 19 de março de 2011

Em sintonia com a Campanha da Fraternidade 2011

Reduzir, Reutilizar e Reciclar: o que é mais importante?
Veja aqui as diferenças entre os três erres:
REDUZIR
Reduzir quer dizer economizar de todas as formas possíveis, o que se aplica à redução do consumo de água, papel, energia, etc. Abaixo alguns exemplos ilustrativos:
Procurar sempre produtos mais duráveis;
Comprar o suficiente para consumo, evitando desperdício de produtos e alimentos;
Reduzir os supérfluos;
Reformar e conservas as coisas, no lugar de substituí-las por outras;
Doar os objetos e roupas que não são mais necessários para quem precisa;
Procurar adquirir produtos que tenham menos embalagens ou utilize aqueles que tenham embalagem reciclável;
Controlar o uso da água: não deixar a torneira aberta à toa;
Desligar a TV se não estiver realmente assistindo e a luz do lugar onde não houver alguém.
Reduzir o consumo envolve muito mais uma mudança de cultura e consciência, além de ser mais simples diminuir a geração de lixo do que se preocupar em onde e como descartá-lo.
REUTILIZAR
Reutilizar é uma forma de evitar que vá para o lixo aquilo que não é lixo. É ser criativo, inovador, usar um produto de várias maneiras. Por exemplo:
reaproveitar vidros de geléia, maionese, massa de tomate, que podem servir para armazenar alimentos ou outros objetos;
utilizar a frente e o verso do papel para escrever;
oficinas de arte e artesanato – com restos dos mais variados materiais podem ser feitas muitas coisas lindas e criativas. Por exemplo: vários artistas plásticos utilizam garrafas PET para fazerem sofás, puffs, camas.
RECICLAR
Reciclar significa enviar novamente para o ciclo de vida útil, isto é, transformar o material reciclável em produto útil através de processos industriais.
Existem condições básicas de qualidade e quantidade para se tornar viável o processo da reciclagem. Uma das atividades que alimentam a reciclagem é a coleta seletiva.
Normalmente costuma ser mais importante reduzir, depois reutilizar e reciclar.
Enfim, se você resolveu começar hoje a aplicar um dos 3 ERRES, escolha poucas ações por dia para implementar. Reduzir é o mais importante, mas se você começar a se preocupar com a reciclagem, já estará colaborando com o meio ambiente!

quarta-feira, 9 de março de 2011

Papa envia mensagem ao Brasil para a Campanha da Fraternidade

A CNBB divulgou nesta quarta-feira, 9, a mensagem do Papa Bento XVI sobre a Campanha da Fraternidade (CF) 2011, vivida pela Igreja no Brasil neste Tempo da Quaresma.
Reforçando o tema proposta pela CF deste ano: "Fraternidade e vida no Planeta", o Santo Padre pede uma "mudança de mentalidade e atitudes para a salvaguarda da criação".
Bento XVI destaca que o primeiro passo para uma "reta relação com o mundo" é o reconhecimento, por parte do homem, "da sua condição de criatura". Sendo assim, ele deve buscar ser "mais sensível à presença de Deus naquilo que está ao seu redor: em todas as criaturas e, especialmente, na pessoa humana há uma certa epifania de Deus".
"O homem só será capaz de respeitar as criaturas na medida em que tiver no seu espírito um sentido pleno da vida; caso contrário, será levado a desprezar-se a si mesmo e àquilo que o circunda, a não ter respeito pelo ambiente em que vive, pela criação. Por isso, a primeira ecologia a ser defendida é a 'ecologia humana'", destacou o Papa, ao citar o trecho de sua Encíclica Caritas in Veritate.
De fato, o Santo Padre afirma que, sem uma clara defesa da vida humana, "nunca se poderá falar de uma autêntica defesa do meio-ambiente".
Por fim, Bento XVI destaca que o dever de cuidar do meio-ambiente é um "imperativo que nasce da consciência de que Deus confia a Sua criação ao homem não para que este exerça sobre ela um domínio arbitrário, mas que a conserve e cuide como um filho cuida da herança de seu pai, e uma grande herança Deus confiou aos brasileiros". (Fonte: Canção Nova)