segunda-feira, 15 de julho de 2013

JMJ Rio 2013 desafia os jovens a fazerem o maior flash mob do mundo, no dia 28!

Fonte: site JMJ

Na manhã do domingo, 28, os jovens do mundo inteiro dançarão juntos para homenagear o Papa Francisco e toda a Igreja, no Campus Fidei, em Guaratiba. O desafio é fazer deste o maior flash mob do mundo. A coreografia é da bailarina carioca Gláucia Geraldo. A canção "Francisco" faz parte da programação do Show do Futuro.
Segundo o diretor Artístico dos eventos de Guaratiba, Edson Erdmann, o Papa Francisco vai reencontrar os jovens no Campus Fidei, às 9h30, e será recepcionado com um grande flash mob. “É um desafio. Será que nós conseguimos mostrar para o Papa que nós somos capazes? A ideia é essa”, explicou.
Além disso, de acordo com ele, o objetivo é mostrar que juntos os jovens conseguem falar ao mundo. “A ideia do flash mob é mostrar que juntos nós podemos mostrar alguma coisa, que nós somos capazes de dizer alguma coisa para o mundo. Mostrar a unidade, que nós pensamos juntos”, destacou.
Música e dança
Os jovens que desejarem já podem começar a ensaiar com seus amigos. No entanto, antes da apresentação oficial para o Papa, haverá quatro ensaios no sábado, 27, e um no domingo de manhã, 28, no Campus Fidei.
“A ideia da música é ser simples, boa, gostosa de ouvir. A coreografia é simples, mas nós vamos impressionar o mundo se todos fizermos a mesma coisa”, disse.


Jovens de nossa Paróquia e nossa Diocese, assistam o vídeo abaixo, aprendam a coreografia e façam bonito no Rio!

Indeferido o pedido do Ministério Público contra a JMJ

Fonte: site JMJ

A Justiça do Estado do Rio de Janeiro indeferiu o pedido do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), que ameaçava a realização da JMJ Rio2013. O MPRJ ajuizou uma ação civil pública para suspender imediatamente o edital de licitação publicado pelo município do Rio para contratação de serviços de saúde para a Jornada. A decisão judicial foi tomada em primeira instância na tarde desta quinta-feira, dia 11, pela juíza titular da 5ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital, Roseli Nalin. Ainda cabem recursos.Um dos motivos alegados pelo MPRJ para a suspensão seria a natureza do evento, considerada privada pelo órgão, sem levar em consideração o papel do Poder Público, de todas as esferas, de parceria na realização da Jornada. A prefeitura deve executar o serviço de atendimento médico pré-hospitalar fixo e móvel nos eventos a serem realizados em Copacabana e Guaratiba.
Foi indeferido pela Justiça o pedido de antecipação dos efeitos da tutela formulado na ação civil pública movida pelo MPRJ. De acordo com a decisão proferida pela juíza nos autos da ação civil pública, o afastamento entre religião e estado não pode impedir o Administrador, fundado em razões de interesse público, custear determinados serviços que serão prestados aos participantes do evento, ainda que haja conotação religiosa. “A referida conduta não caracteriza qualquer desvio de finalidade, nem tampouco confusão entre Estado e Igreja, eis que assim agindo não estará o Poder Público agindo com base em elementos religiosos, nem tampouco utilizando-se de recursos públicos para beneficiar esta ou aquela religião”.
Ao indeferir o pedido de antecipação dos efeitos da tutela, formulado pelo Ministério Público, a magistrada considerou que, neste caso, “deve ser prudente e agir com extrema cautela, eis que medida de natureza liminar como a que pretende o Autor (o MPRJ) pode gerar um cenário de absoluta insegurança e descrédito ao país, além de prejudicar milhares de pessoas que virão ao Rio de Janeiro para participar do evento com a certeza de que haverá serviços destinados a garantir sua saúde”.De acordo com a Diretora Setor Jurídico do Instituto Jornada Mundial da Juventude, Claudine Milione Dutra, a decisão já era esperada. “A decisão judicial era previsível e, sem dúvida, foi acertada. O descabido pedido do Ministério Público deixaria os participantes da JMJ perigosamente desassistidos e os prejuízos seriam irreversíveis”, destacou.
Entenda o caso
Na última terça-feira, 9, o MPRJ ajuizou a ação civil pública para suspender o edital de licitação publicado pelo município do Rio para contratação de serviços de saúde para a Jornada. Um dos motivos para a suspensão seria a natureza do evento, considerada privada pelo Ministério Público.
Na quarta-feira, 10, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, se pronunciou a respeito reafirmando a disponibilidade do Governo Municipal em garantir todos os serviços públicos necessários para atender bem os milhares de peregrinos e participantes que já começaram a chegar à cidade para a JMJ.
O Instituto Jornada Mundial da Juventude lançou uma nota oficial em que se disse certo de que “o Poder Judiciário decidirá a questão atendendo a todos os anseios da sociedade, e que, apesar de tais obstáculos, a JMJ Rio2013 será um sucesso”.
Nas redes sociais e nos comentários do site da Jornada, muitas pessoas se manifestaram contra a atitude do Ministério Público. “Ela (a JMJ) vai acontecer do mesmo jeito! São milhões de jovens do mundo inteiro que vamos estar lá... Pobres, ricos, pretos, brancos... Haverá professores, advogados, empresários, operários, agricultores e pescadores entre nós. Haverá também médicos, enfermeiros e eles não nos deixarão morrer (se eu não me engano, era pra saúde a verba... Era isso mesmo?). Aliás, nós não temos medo de morrer. Sonhamos mesmo com o Paraíso, com o Céu (lugar mais justo que esse não pode haver)”, afirmou o jovem paraense Juscelio Mauro Pantoja, em seu perfil no Facebook e que se espalhou pela rede social.



quarta-feira, 10 de julho de 2013

Quatro milhões de downloads gratuitos do e-book "50 perguntas sobre Jesus"!

A figura de Nosso Senhor Jesus Cristo e as origens da Igreja Católica se converteram por estes dias em um dos temas com maior êxito no mundo virtual, isto graças aos 4 milhões de downloads gratuitos que alcançaram o livro “50 perguntas sobre Jesus”, cujo formato ‘e-book’ foi liberado em meados de abril na Apple Store.

A obra está baseada no documento “Jesus Cristo e a Igreja” -que fala sobre o que se sabe realmente sobre Jesus- e foi escrita no ano 2006, para sua publicação impressa, por um grupo de historiadores e teólogos da Faculdade de Teologia da Universidade de Navarra na Espanha.
No livro, os professores da Universidade espanhola formulam e respondem várias perguntas sobre a vida de Jesus de Nazaré e a Igreja Católica, com o objetivo de explicar, a partir das escrituras e documentos históricos, a figura do Filho de Deus.
O documento responde perguntas como: O que sabemos realmente de Jesus? Porque se celebra o nascimento de Jesus no dia 25 de dezembro? O que significa a virgindade de Maria? O que foi a matança dos inocentes? Quem foi Maria Madalena? Que influência teve São João Batista em Jesus? O que aconteceu na Última Ceia? Por que condenaram Jesus à morte? Como se explica a Ressurreição de Jesus?
Desde o seu lançamento virtual, o livro chamou especialmente a atenção dos jovens. Isto é o que comentou Juan Chapa, decano da Faculdade de Teologia da Universidade de Navarra e editor do formato digital, que diz que a figura de Jesus e as origens dos cristãos geram uma grande curiosidade na juventude.
O Decano também comentou que um dos propósitos do livro em seu formato ‘e-book’, era o de aproveitar a visibilidade da Internet como ferramenta de evangelização.
O livro foi apresentado inicialmente em formato PDF e logo posto a disposição na versão eletrônica nos formatos ePub e Mobi. A obra já está no ranking dos dez ‘e-books’ mais baixados dentro da categoria do Cristianismo. (GPE/EPC)
Com informações da Agencia SIC e do Serviço de Informação da Opus Dei.
Fonte: Gaudiumpress

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Papa Francisco aprova a canonização de João Paulo II e João XXIII

Fonte: ACI Digital

O Papa Francisco aprovou o decreto de canonização do Beato João Paulo II e João XXIII, conforme explicou o porta-voz do Escritório de Imprensa do Vaticano, Padre Federico Lombardi. Os cardeais e bispos da Congregação para as Causas dos Santos aprovaram nesta terça-feira o segundo milagre atribuído ao Beato João Paulo II e que abre as portas para sua canonização, como relatado por fontes do Vaticano.
Embora não tenha havido confirmação oficial, as mesmas fontes disseram como possíveis datas para a canonização de João Paulo II o dia 24 de novembro, no fim da celebração do Ano da Fé, ou dia 08 de dezembro.
Além disso, a imprensa italiana já indicava nesta terça-feira que a cerimônia de canonização de João Paulo II poderia ser feita junto com a de João XXIII, conhecido como o "Papa Bom".
Assim, o jornal italiano "La Stampa", observou nesta terça-feira que "Inesperadamente, os cardeais e bispos também terão que discutir outro caso, o da canonização de João XXIII", o Pontífice que convocou o Concílio Vaticano II, falecido há 50 anos e cuja beatificação ocorreu em 2000.
Nessa linha, afirmava que essa mudança "não prevista" demonstra "a vontade de celebrar juntas" as duas cerimônias de canonização e assinala que Roncalli e Wojtyla "poderiam ser canonizados em dezembro de 2013, imediatamente após o final do Ano da Fé, visto que a hipótese inicial de outubro parece cada vez menos plausível pela falta de tempo e problemas organizacionais".
Karol Wojtyla foi beatificado no dia 1 º de maio de 2011, depois da aprovação do seu primeiro milagre com a assinatura do agora Bispo Emérito de Roma, Bento XVI. Naquela ocasião, se tratou de uma cura, dois meses após sua morte, da religiosa francesa Marie Simon Pierre, que sofria da doença de Parkinson desde 2001, a mesma que João Paulo II sofreu em seus últimos anos.
Por sua parte, João XXIII foi beatificado por João Paulo II em setembro de 2000, durante o Jubileu, na mesma celebração da beatificação de Pio IX. Na ocasião, o milagre aprovado para a sua beatificação foi a cura da Irmã Caterina Capitani em 1966.
O Papa João XXIII convocou o Concílio Vaticano II, e morreu, enquanto o Concílio estava em andamento, muitos bispos propuseram proclamar o "Papa Bom" como santo por aclamação, mas seu sucessor, Paulo VI, optou por seguir as vias canônicas, por isso começou o processo canônico, em seguida, foi beatificado pelo seu antecessor Pio XII.

Publicada a primeira encíclica do Papa Francisco

Fonte:  Agência Ecclesia
Francisco fala em "precioso trabalho" do seu predecessor na redação da "Lumen fidei"
O Papa Francisco publicou hoje a sua primeira encíclica, ‘Lumen fidei’ (Luz da Fé), assumindo o trabalho iniciado por Bento XVI para a conclusão da trilogia sobre as virtudes teologias (fé, esperança e caridade).

“Estas considerações sobre a fé – em continuidade com tudo o que o magistério da Igreja pronunciou acerca desta virtude teologal – pretendem juntar-se a tudo aquilo que Bento XVI escreveu nas cartas encíclicas sobre a caridade e a esperança”, sublinha o atual Papa, no documento divulgado pela Santa Sé.
Francisco assinala que o seu predecessor “tinha quase concluído um primeiro esboço desta carta encíclica sobre a fé”.
“Estou-lhe profundamente agradecido e, na fraternidade de Cristo, assumo o seu precioso trabalho”, refere.
Segundo o Papa, “fé, esperança e caridade constituem, numa interligação admirável, o dinamismo da vida cristã rumo à plena comunhão com Deus”.
“Unida à fé e à caridade, a esperança projeta-nos para um futuro certo, que se coloca numa perspetiva diferente relativamente às propostas ilusórias dos ídolos do mundo, mas que dá novo impulso e nova força à vida de todos os dias”, assinala.
Num texto com marcas de Bento XVI, Papa emérito, o seu sucessor apresenta uma ideia que tem defendido desde o início do pontificado: “Não deixemos que nos roubem a esperança, nem permitamos que esta seja anulada por soluções e propostas imediatas que nos bloqueiam no caminho, que ‘fragmentam’ o tempo transformando-o em espaço”.
Francisco agradece ao seu predecessor, que em fevereiro renunciou ao pontificado, por ter convocado um Ano da Fé (outubro de 2012-novembro de 2013), que teve início no cinquentenário da abertura do Concílio Vaticano II.
“Esta coincidência permite-nos ver que o mesmo foi um Concílio sobre a fé , por nos ter convidado a repor, no centro da nossa vida eclesial e pessoal, o primado de Deus em Cristo”, precisa.
O Vaticano II, acrescenta, “fez brilhar a fé no âmbito da experiência humana, percorrendo assim os caminhos do homem contemporâneo”.
Bento XVI publicou em janeiro de 2006 a ‘Deus caritas est’ (Deus é amor), um texto no qual procura apresentar uma “fórmula sintética da existência cristã”: Deus é amor e os cristãos acreditam nesse amor, fazendo dele a “opção fundamental” da sua vida.
A segunda parte da trilogia, ‘Spe salvi’ (Salvos na esperança) foi assinada em 2007 e aborda o tema da esperança cristã, num mundo dominado pela descrença e a desconfiança perante as questões relacionadas com o transcendente.
A palavra “encíclica” vem do grego e significa “circular”, carta que o Papa enviava às Igrejas em comunhão com Roma, com um âmbito universal, onde empenha a sua autoridade primeiro responsável pela Igreja Católica.
Esta forma de magistério nasceu com Bento XIV (1740-1758) e Francisco assinou a 29 de junho a 297ª encíclica na história da Igreja, dada a conhecer esta manhã.
O título de uma encíclica é o começo do texto, na sua versão oficial em latim.

domingo, 30 de junho de 2013

Festa na Comunidade Nossa Senhora da Paz

          Vamos participar da festa e ajudar nossa comunidade! 
Clique na imagem para ver a programação.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Mais de 300 artistas subirão aos palcos da JMJ

Fonte: Canção Nova

Artistas brasileiros e internacionais se revezarão durante as atrações. Cantores do meio secular também terão participações durante a JMJ.

Os Atos Centrais da JMJ Rio2013 estarão permeados de atrações musicais. Artistas brasileiros e internacionais se revezarão. De acordo com a diretora musical dos Atos Centrais, Ziza Fernandes, a programação foi pensada para privilegiar os cinco idiomas oficiais (inglês, espanhol, português, francês e italiano). Estão previstos pelo menos 300 artistas nos palcos centrais de Copacabana e Guaratiba. Missa de abertura, Boas-Vindas ao Papa Francisco, Via-Sacra, Vigília de Oração e Missa de Envio são os Atos Centrais da Jornada.

Cantores do Brasil, Chile, Espanha, Estados Unidos, Nicarágua, República Dominicana, Argentina, Porto Rico, México, Alemanha, Coréia do Sul, Costa Rica e Colômbia ficarão responsáveis por animar a juventude. As apresentações musicais serão acompanhadas pela banda oficial da JMJ Rio2013 ou pela orquestra sinfônica de Barra Mansa, Rio de Janeiro.

Além dos cantores, DJs vão apresentar o melhor da música eletrônica católica aos peregrinos. Segundo Ziza, a escolha dos artistas para apresentação nos palcos principais foi feita a partir das inscrições para o Festival da Juventude.

Missa dos peregrinos

O primeiro Ato Central, Missa de acolhida dos peregrinos, será animado por cantores da cidade-sede da JMJ Rio2013. Os 100 cantores que formam o “Coral Carioca JMJ” pertencem a diferentes regiões da cidade e foram convidados pela equipe dos Atos para representarem as paróquias da Arquidiocese do Rio de Janeiro e seus ministérios de música. Essa será a primeira vez que os artistas se apresentarão juntos.

Ensaiados pelo preparador vocal Tony Lucchesi, os jovens cantores, que têm idade média de 28 anos, irão cantar cerca de 30 músicas. Além dos 100 jovens, mais três voluntários internacionais cantarão no coral para fazer o solo da versão do Hino da JMJ Rio2013 em outros idiomas.

O Ministério Missionário Shalom, os cantores Suely Façanha, Davidson Silva, Cristiano Pinheiro, Ana Gabriela, Alfareros, Rodrigo Ferreira (Missão Louvor e Glória), Migueli, Rex Band e a Orquestra Sinfônica de Barra Mansa completam o coral da cerimônia.

Às 18h, a chegada da Cruz Peregrina e do Ícone de Nossa Senhora, símbolos da JMJ Rio2013, chegam ao palco de Copacabana. Os símbolos serão recebidos pelos cantores que interpretarão a canção “Emanuel”, acompanhados da Orquestra e do Coral Carioca JMJ. Após as apresentações, Dom Orani sobe ao altar do palco central junto com cardeais, bispos, padre e seminaristas, sob o canto do coral, para presidir a Missa.

Artistas de todo o País

Na quinta-feira, 25 de julho, todas as regiões do Brasil serão representadas musicalmente por artistas nativos. Entre eles, um coral com cerca de 60 crianças cantarão em guarani, um dos idiomas indígenas do Brasil.

Na sexta-feira, 26 de julho, a Via-Sacra, que será encenada em 13 palcos espalhados pela praia de Copacabana, será representada instrumentalmente no palco principal. Inspiradas nas obras de Beethoven, compositor preferido do Papa Francisco, as melodias mesclam os estilos erudito e pop.

O sábado, 27, em diversos momentos da programação, os peregrinos participarão do ensaio do grande flash mob que será apresentado para o Papa Francisco no domingo. Entre os artistas que passarão pelo palco do Campus Fidei estarão os músicos do grupo Gen Rosso. Eles apresentarão um musical que contará com 200 ex-dependentes químicos como figurantes.

A Missa de Envio dos jovens peregrinos presidida pelo Papa será animada pelo “Coral Carioca” e por cantores de diversas nacionalidades que farão o solo das músicas litúrgicas. Antes da celebração, no entanto, os peregrinos serão animados pelo Show dos Padres, que contará com a participação de nove padres-cantores brasileiros, entre eles padre Reginaldo Manzotti, padre Fábio de Melo e padre Marcelo Rossi.

Artistas participantes – 23 de julho

“Coral Carioca JMJ”, Ministério Missionário Shalom, Suely Façanha, Davidson Silva, Cristiano Pinheiro, Ana Gabriela, Alfareros, Rodrigo Ferreira (Missão Louvor e Glória), Eros Biondini, Francisco Avello, Celina Borges, Migueli, Rex Band e Orquestra Sinfônica de Barra Mansa.

Artistas seculares

Segundo a assessoria de imprensa da JMJ Rio2013, do meio secular, apenas os artistas Luan Santana e Fafá de Belém, terão participações musicais no evento.

O cantor Luan Santana fará uma participação na noite de sábado, 27, cantando uma música que fará referência à oração do Pai Nosso. Já Fafá de Belém, fará um dueto com a cantora católica Nazaré.

Sobre artistas internacionais, a assessoria informou que serão apenas dois cantores seculares da Argentina, representando também a cultura popular do país de Francisco.



terça-feira, 25 de junho de 2013

O “gigante” acordou. O que querem os manifestantes?

Cardeal Odilo P. Scherer
Arcebispo de São Paulo
Havia tempo que o Brasil não conhecia manifestações populares de protesto e insatisfação como aquelas que vimos nesses dias passados. Será que o “gigante pela própria natureza” resolveu levantar-se do “berço esplêndido” em que jazia “eternamente”?
As manifestações tiveram inicio em São Paulo, com o protesto de combater o aumento do bilhete do transporte coletivo urbano. Logo, estenderam-se para outras capitais do Brasil. A reivindicação pelo bilhete foi atendida, depois de alguns dias; mas as manifestações, inicialmente, sobretudo de estudantes, só foram aumentando em volume e extensão. E já não eram mais apenas jovens: também pessoas adultas, idosas e até crianças.
Os motivos do protesto, que quer ser político mas não partidário, passaram a ser os mais diversos: corrupção e desperdício no uso do dinheiro público, estádios suntuosos e interesses “esportivos” pouco transparentes em vez de hospitais, escolas, mais infra-estrutura de transportes urbanos; contra a politização da justiça e tantos outros motivos foram expressos em palavras de ordem de lideranças pouco identificáveis, ou cartazes improvisados nos cortejos dos manifestantes.
O que querem mesmo esses manifestantes, que enchem ruas, praças e rodovias, ameaçam tomar símbolos do poder, como os palácios do governo ou câmaras legislativas? “Não é por 0,25 centavos”, lia-se em muitos cartazes. Por certo, o aumento das passagens do transporte coletivo urbano foi apenas a gota d’ água que fez transbordar a medida, que já andava cheia, mas não se percebia, nem se queria levar a sério o grau de insatisfação da Nação verde-amarela.
O povo, sobretudo os jovens, cansou-se de ouvir falar em corrupção, impunidade, falta de reforma política, povo que continua pobre na “5ª economia do mundo”... Quem disse que os jovens só querem navegar na “rede” e trocar mensagens cifradas, mantendo-se alienados da realidade que os cerca, estava bem equivocado. De um momento a outro, a indignação explodiu e se derramou de maneira ruidosa pelas ruas. Sem saber bem verbalizar a insatisfação que experimentam, adolescentes e jovens dizem, simplesmente: “não dá mais; temos que fazer alguma coisa; vamos mudar o Brasil”...
Mas nos cortejos das manifestações pacificas também apareceram os oportunistas nada pacíficos e pouco interessados em protestar, mas em extravasar em violência, ou em promover atos de vandalismo e depredação do patrimônio público e privado. Lamentavelmente, além dos danos materiais causados, esses anti-sociais também roubam a cena e ameaçam o caráter cívico das manifestações. Felizmente, houve uma clara repulsa desses atos por conta dos manifestantes.
O fenômeno dos protestos estendeu-se a todo Brasil, mesmo a cidades médias e pequenas. Não foi só pelo poder convocatório e contagiante das mídias sociais, mas pela vontade de mudar o Brasil para melhor. Como fazer? Ainda não se sabe bem como. Não se quis dar conotação partidária às manifestações, nem cunho institucional, mas estritamente popular: as massas querem falar; povo não identificável com partidos, ideologias, siglas e bandeiras, que acredita ser possível melhorar o Brasil, mas não se sente identificado com o andar das coisas, nem com discursos e estatísticas oficiais... Como vão conseguir isso? Ainda não se vê claro.
O certo é que o Brasil “real” está mostrando insatisfação com o Brasil “institucional”. Susto para os políticos! Barbas de molho para os que ainda achavam que o Gigante está “deitado eternamente em berço esplêndido!” Erro de cálculo para quem acha que estádios caros e suntuosos para a Copa do Mundo são a melhor política pública, porque enchem o povo de ufanismo campeão do mundo! O povo está cobrando um Brasil mais sério e justo para todos. Futebol, carnaval e internet já não bastam. Os jovens torcem por um presente de grandeza real para a Pátria amada idolatrada! Que sejam ouvidos.

domingo, 23 de junho de 2013

Nota da CNBB sobre os protestos

Os bispos manifestam “solidariedade e apoio às manifestações, desde que pacíficas, que têm levado às ruas gente de todas as idades, sobretudo os jovens”. A presidência da CNBB apresentou a Nota em entrevista coletiva e o documento foi aprovado na reunião do Conselho Permanente concluída na manhã da sexta-feira, 21 de junho.
Leia a Nota:
Ouvir o clamor que vem das ruas
Nós, bispos do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunidos em Brasília de 19 a 21 de junho, declaramos nossa solidariedade e apoio às manifestações, desde que pacíficas, que têm levado às ruas gente de todas as idades, sobretudo os jovens. Trata-se de um fenômeno que envolve o povo brasileiro e o desperta para uma nova consciência. Requerem atenção e discernimento a fim de que se identifiquem seus valores e limites, sempre em vista à construção da sociedade justa e fraterna que almejamos.
Nascidas de maneira livre e espontânea a partir das redes sociais, as mobilizações questionam a todos nós e atestam que não é possível mais viver num país com tanta desigualdade. Sustentam-se na justa e necessária reivindicação de políticas públicas para todos. Gritam contra a corrupção, a impunidade e a falta de transparência na gestão pública. Denunciam a violência contra a juventude. São, ao mesmo tempo, testemunho de que a solução dos problemas por que passa o povo brasileiro só será possível com participação de todos. Fazem, assim, renascer a esperança quando gritam: “O Gigante acordou!”
Numa sociedade em que as pessoas têm o seu direito negado sobre a condução da própria vida, a presença do povo nas ruas testemunha que é na prática de valores como a solidariedade e o serviço gratuito ao outro que encontramos o sentido do existir. A indiferença e o conformismo levam as pessoas, especialmente os jovens, a desistirem da vida e se constituem em obstáculo à transformação das estruturas que ferem de morte a dignidade humana. As manifestações destes dias mostram que os brasileiros não estão dormindo em “berço esplêndido”.
O direito democrático a manifestações como estas deve ser sempre garantido pelo Estado. De todos espera-se o respeito à paz e à ordem. Nada justifica a violência, a destruição do patrimônio público e privado, o desrespeito e a agressão a pessoas e instituições, o cerceamento à liberdade de ir e vir, de pensar e agir diferente, que devem ser repudiados com veemência. Quando isso ocorre, negam-se os valores inerentes às manifestações, instalando-se uma incoerência corrosiva que leva ao descrédito.
Sejam estas manifestações fortalecimento da participação popular nos destinos de nosso país e prenúncio de novos tempos para todos. Que o clamor do povo seja ouvido!
Sobre todos invocamos a proteção de Nossa Senhora Aparecida e a bênção de Deus, que é justo e santo.
Brasília, 21 de junho de 2013
Cardeal Raymundo Damasceno Assis - Arcebispo de Aparecida - Presidente da CNBB
Dom José Belisário da Silva - Arcebispo de São Luís - Vice-presidente da CNBB
Dom Leonardo Ulrich Steiner - Bispo Auxiliar de Brasília - Secretário Geral da CNBB


domingo, 9 de junho de 2013

Papa convida a humanidade a confiar na misericórdia de Deus

Fonte: Agência Ecclesia 
O Papa Francisco afirmou hoje no Vaticano que a humanidade tem de confiar na misericórdia e no perdão de Deus, mesmo quando comete falhas, e “A misericórdia de Deus dá vida ao homem, ressuscita-o da morte. O Senhor olha-nos sempre com misericórdia, espera-nos com misericórdia”, disse, perante dezenas de milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro, para a recitação do Angelus.
A reflexão do Papa recordou que o mês de junho é tradicionalmente dedicado na Igreja Católica ao Coração de Jesus, “expressão humana máxima do amor divino”.
“Não tenhamos medo de nos aproximarmos de Deus. Tem um coração misericordioso. Se lhe mostrarmos as nossas feridas interiores, os nossos pecados, Ele perdoa-nos sempre, é pura misericórdia”, pediu Francisco.
O Papa frisou que a piedade popular “valoriza muito os símbolos” e que o coração de Jesus “é o símbolo por excelência da misericórdia de Deus, mas não é um símbolo imaginário, é um símbolo real, que representa o centro, a fonte da qual brotou a salvação para toda a humanidade”.
Francisco sublinhou que esta misericórdia não é “apenas sentimento”, mas uma força, a “atitude de Deus em contacto com a miséria humana”.
“O termo bíblico ‘compaixão’ alude às entranhas maternas: a mãe, de fato, sente uma reação particular perante a dor dos filhos. Assim é que Deus nos ama, diz a Escritura”, referiu.
Em conclusão, o Papa rezou à Virgem Maria para que ajude cada pessoa a ser “mansa, humilde e misericordiosa” para com os outros.
“Não esqueçamos o amor de Deus, o amor de Jesus”, apelou, de novo.
Como habitualmente, Francisco despediu-se dos presentes com votos de ‘bom domingo e bom almoço’.