domingo, 20 de março de 2011

Reze pelo Japão!


Reze em sua casa, reze com seus amigos, reze em sua Igreja!
O Japão precisa de nossas orações!


Em sintonia com a Campanha da Fraternidade 2011

Gesto concreto de fraternidade e preservação do meio ambiente

Manejo do lixo doméstico

O que é gentileza urbana? Esta expressão extraída do nome de um prêmio instituído pelo IAB – MG (Instituto dos Arquitetos do Brasil), nos fala das iniciativas que fazem de uma cidade ou um bairro, um lugar bom para se viver. Podem ser pequenos ou grandes gestos, iniciativas gentis que são sinônimos de cidadania. Pode ser um banco de pedra colocado em um lugar agradável, jardins bem cuidados, árvores floridas ou frutíferas para o bem estar comunitário, como também pode ser uma apresentação musical ou teatral numa praça, uma iniciativa cidadã em um bairro e tantas outras atitudes que refletem a gentileza e urbanidade dos moradores.
E aí, podemos pensar... Nós já moramos em um lugar gostoso pela própria natureza: sombreado pelas árvores, iluminado pelo sol, com belos jardins, casas bem cuidadas, a visão e o cheiro do cerrado e muitas outras belezas. Por que não pensar então, em transformar o nosso bairro em modelo de gentileza urbana e, ao mesmo tempo, estimular a criação de novos hábitos mais condizentes com esses novos tempos de consciência ecológica?
Vamos lá, então! Muitos de nós já observamos (com muito desgosto, diga-se de passagem) que os sacos de lixo que colocamos na calçada para serem coletados são remexidos pelos “catadores”, em busca de algum material reutilizável. Por que não separar o nosso lixo, para que os “catadores” possam levar apenas aquilo que lhes interessa? É bom para eles, é bom para nós! Estaremos facilitando o trabalho dessas pessoas que precisam sobreviver, estaremos contribuindo com o meio ambiente e, de quebra, evitando que o saco de lixo seja todo remexido e espalhado pela calçada e pela rua, sujando a nossa porta e o nosso bairro.
Como fazer?
Primeiro você precisa saber diferenciar o lixo seco, o lixo úmido e o lixo não reciclável. Depois, você usa uma segunda lixeira e sacos de lixo de cor diferente. Para economizar e tornar hábito a reutilização, pode-se reutilizar sacos de mercado (de preferência, os biodegradáveis) para o depósito de lixo úmido e não reciclável. Importante lembrar que pilhas e baterias não podem ser jogadas em lixo doméstico. Procure o local correto para o depósito.
Para o lixo seco, o reciclável, você irá utilizar um saco maior (100 ou 200 litros) e de preferência da cor azul.
Tipos de Lixo
Lixo seco: papel, papelão, jornais, revistas, cadernos, folhas soltas, caixas e embalagens em geral, caixa de leite, caixas de papelão (desmontadas), metais (ferrosos e não ferrosos) latas de alumínio, cobre, pequenas sucatas, copos de metal e de vidro, garrafas, potes e frascos de vidro (inteiros ou quebrados), plásticos (todos os tipos), garrafas PET, sacos e embalagens, brinquedos quebrados, utensílios domésticos quebrados.
Lixo úmido: cascas de frutas e legumes, restos de comida, papel de banheiro, latas de ferro, sujeira de vassoura e de cinzeiro.
Não recicláveis: papel higiênico, papel plastificado, papel de fax ou carbono, vidros planos, cerâmicas ou lâmpadas.
Limpe o lixo reutilizável, para não comprometer a reciclagem e evitar insetos e roedores. Para isso, você pode utilizar água de reuso, como a que é liberada pela lavadora de roupas.
Coloque o saco de lixo reciclável bem antes do caminhão de lixo passar e o lixo orgânico, pouco tempo antes. Assim, aos poucos, os catadores vão diferenciar os tipos de lixo. Com esse procedimento, você verá como, em pouco tempo, antes que o caminhão de lixo passe, o saco com lixo reciclável desaparecerá de sua porta, retirado pelas pessoas que precisam. Seja gentil! Faça a sua parte para que o nosso bairro seja mais humanizado e se torne um lugar ainda melhor para se viver!
Essa simples mudança de hábitos pode fazer a diferença, além de irmos nos adequando gradativamente à coleta seletiva que deve ser implantada em nosso bairro em um futuro próximo.

sábado, 19 de março de 2011

Em sintonia com a Campanha da Fraternidade 2011

Reduzir, Reutilizar e Reciclar: o que é mais importante?
Veja aqui as diferenças entre os três erres:
REDUZIR
Reduzir quer dizer economizar de todas as formas possíveis, o que se aplica à redução do consumo de água, papel, energia, etc. Abaixo alguns exemplos ilustrativos:
Procurar sempre produtos mais duráveis;
Comprar o suficiente para consumo, evitando desperdício de produtos e alimentos;
Reduzir os supérfluos;
Reformar e conservas as coisas, no lugar de substituí-las por outras;
Doar os objetos e roupas que não são mais necessários para quem precisa;
Procurar adquirir produtos que tenham menos embalagens ou utilize aqueles que tenham embalagem reciclável;
Controlar o uso da água: não deixar a torneira aberta à toa;
Desligar a TV se não estiver realmente assistindo e a luz do lugar onde não houver alguém.
Reduzir o consumo envolve muito mais uma mudança de cultura e consciência, além de ser mais simples diminuir a geração de lixo do que se preocupar em onde e como descartá-lo.
REUTILIZAR
Reutilizar é uma forma de evitar que vá para o lixo aquilo que não é lixo. É ser criativo, inovador, usar um produto de várias maneiras. Por exemplo:
reaproveitar vidros de geléia, maionese, massa de tomate, que podem servir para armazenar alimentos ou outros objetos;
utilizar a frente e o verso do papel para escrever;
oficinas de arte e artesanato – com restos dos mais variados materiais podem ser feitas muitas coisas lindas e criativas. Por exemplo: vários artistas plásticos utilizam garrafas PET para fazerem sofás, puffs, camas.
RECICLAR
Reciclar significa enviar novamente para o ciclo de vida útil, isto é, transformar o material reciclável em produto útil através de processos industriais.
Existem condições básicas de qualidade e quantidade para se tornar viável o processo da reciclagem. Uma das atividades que alimentam a reciclagem é a coleta seletiva.
Normalmente costuma ser mais importante reduzir, depois reutilizar e reciclar.
Enfim, se você resolveu começar hoje a aplicar um dos 3 ERRES, escolha poucas ações por dia para implementar. Reduzir é o mais importante, mas se você começar a se preocupar com a reciclagem, já estará colaborando com o meio ambiente!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Aceita as surpresas que transformam teus planos, derrubam teus sonhos, dão rumo totalmente diverso ao teu dia e, quem sabe, à tua vida.
Não há acaso.
Dá liberdade ao Pai, para que Ele mesmo conduza a trama dos teus dias.
Dom Helder Câmara

terça-feira, 15 de março de 2011

A mulher invisível

Este vídeo é destinado àqueles que, realmente, crêem que Deus tudo vê! Ainda que as nossas ações não sejam vistas pelas pessoas, aos Seus olhos nada passa despercebido: nossas lutas, nossos sacrifícios, nosso valor!

segunda-feira, 14 de março de 2011

Questão de escolha

... Tenho pensado muito no valor dos pequenos gestos e suas repercussões. Não há mágica que possa nos salvar do absurdo. O jeito é descobrir as migalhas de vida que sob as realidades insistem em permanecer. São exercícios simples...
Retire a poeira de um móvel e o mundo ficará mais limpo por causa de você. É sensato pensar assim. Destrua o poder de uma calúnia, vedando a boca que tem ânsia de dizer o que a cabeça ainda não sabe, e alguém deixará de sofrer por causa de seu silêncio.
Nestas estradas de tantos rostos desconhecidos é sempre bom que deixemos um espaço reservado para a calma. Preconceitos são filhos de nossos olhares apressados. O melhor é ir devagar.
Que cada um cuide do que vê. Que cada um cuide do que diz. A razão é simples: o Reino de Deus pode começar ou terminar na palavra que escolhemos dizer.
É simples...
Padre Fábio de Melo

domingo, 13 de março de 2011

Seminário de Vida no Espírito Santo

O Grupo de Oração São Miguel Arcanjo da Paróquia São Francisco de Assis e Santa Clara, convida a todos para o Seminário de Vida no Espírito, que terá início na próxima terça-feira, dia 15 de março, às 19:30h e se estenderá por nove encontros, todas as terças-feiras. Venha participar dessa experiência de oração!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Como viver bem esse tempo forte de meditação, oração, jejum e esmola?

Neste tempo especial de graças que é a Quaresma devemos aproveitar ao máximo para fazermos uma renovação espiritual em nossa vida. O Apóstolo São Paulo insistia: "Em nome de Cristo vos rogamos: reconciliai-vos com Deus!" (2 Cor 5, 20); "exortamo-vos a que não recebais a graça de Deus em vão. Pois ele diz: Eu te ouvi no tempo favorável e te ajudei no dia da salvação (Is 49,8). Agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação." (2 Cor 6, 1-2).
Cristo jejuou e rezou durante quarenta dias (um longo tempo) antes de enfrentar as tentações do demônio no deserto e nos ensinou a vencê-lo pela oração e pelo jejum. Da mesma forma a Igreja quer ensinar-nos como vencer as tentações de hoje. Daí surgiu a Quaresma.
Na Quarta-Feira de Cinzas, quando ela começa, os sacerdotes colocam um pouquinho de cinzas sobre a cabeça dos fiéis na Missa. O sentido deste gesto é de lembrar que um dia a vida termina neste mundo, "voltamos ao pó" que as cinzas lembram. Por causa do pecado, Deus disse a Adão: "És pó, e ao pó tu hás de tornar". (Gênesis 2, 19)
Este sacramental da Igreja lembra-nos que estamos de passagem por este mundo, e que a vida de verdade, sem fim, começa depois da morte; e que, portanto, devemos viver em função disso. As cinzas humildemente nos lembram que após a morte prestaremos contas de todos os nossos atos, e de todas as graças que recebemos de Deus nesta vida, a começar da própria vida, do tempo, da saúde, dos bens, etc.
Esses quarenta dias, devem ser um tempo forte de meditação, oração, jejum, esmola ('remédios contra o pecado'). É tempo para se meditar profundamente a Bíblia, especialmente os Evangelhos, a vida dos Santos, viver um pouco de mortificação (cortar um doce, deixar a bebida, cigarro, passeios, churrascos, a TV, alguma diversão, etc.) com a intenção de fortalecer o espírito para que possa vencer as fraquezas da carne.
Na Oração da Missa de Cinzas a Igreja reza: "Concedei-nos ó Deus todo poderoso, iniciar com este dia de jejum o tempo da Quaresma para que a penitência nos fortaleça contra o espírito do Mal".
Sabemos como devemos viver, mas não temos força espiritual para isso.A mortificação fortalece o espírito. Não é a valorização do sacrifício por ele mesmo, e de maneira masoquista, mas pelo fruto de conversão e fortalecimento espiritual que ele traz; é um meio, não um fim.
Quaresma é um tempo de "rever a vida" e abandonar o pecado (orgulho, vaidade, arrogância, prepotência, ganância, pornografia, sexismo, gula, ira, inveja, preguiça, mentira, etc.). Enfim, viver o que Jesus recomendou: "Vigiai e orai, porque o espírito é forte mas a carne é fraca".
Embora este seja um tempo de oração e penitência mais profundas, não deve ser um tempo de tristeza, ao contrário, pois a alma fica mais leve e feliz. O prazer é satisfação do corpo, mas a alegria é a satisfação da alma.
Santo Agostinho dizia que "o pecador não suporta nem a si mesmo", e que "os teus pecados são a tua tristeza; deixa que a santidade seja a tua alegria". A verdadeira alegria brota no bojo da virtude, da graça; então, a Quaresma nos traz um tempo de paz, alegria e felicidade, porque chegamos mais perto de Deus.
Para isso podemos fazer uma confissão bem feita; o meio mais eficaz para se livrar do pecado. Jesus instituiu a confissão em sua primeira aparição aos discípulos, no mesmo domingo da Ressurreição (Jo 20,22) dizendo-lhes: "a quem vocês perdoarem os pecados, os pecados estarão perdoados". Não há graça maior do que ser perdoado por Deus, estar livre das misérias da alma e estar em paz com a consciência.
Jesus quis que nos confessemos com o sacerdote da Igreja, seu ministro, porque ele também é fraco e humano, e pode nos compreender, orientar e perdoar pela autoridade de Deus. Especialmente aqueles que há muito não se confessam, têm na Quaresma uma graça especial de Deus para se aproximar do confessor e entregar a Cristo nele representado, as suas misérias.
Uma prática muito salutar que a Igreja nos recomenda durante a Quaresma, uma vez por semana, é fazer o exercício da Via Sacra, na igreja, recordando e meditando a Paixão de Cristo e todo o seu sofrimento para nos salvar. Isto aumenta em nós o amor a Jesus e aos outros.
Não podemos esquecer também que a Santa Missa é a prática de piedade mais importante da fé católica, e que dela devemos participar, se possível, todos os dias da Quaresma. Na Missa estamos diante do Calvário, o mesmo e único Calvário. Sim, não é a repetição do Calvário, nem apenas a sua "lembrança", mas a sua "presentificação"; é a atualização do Sacrifício único de Jesus. A Igreja nos lembra que todas as vezes que participamos bem da Missa, "torna-se presente a nossa redenção".
Assim podemos viver bem a Quaresma e participar bem da Páscoa do Senhor, enriquecendo a nossa alma com as suas graças extraordinárias; podendo ser melhor e viver melhor.
Felipe Aquino (Fonte: Canção Nova)

quarta-feira, 9 de março de 2011

Papa envia mensagem ao Brasil para a Campanha da Fraternidade

A CNBB divulgou nesta quarta-feira, 9, a mensagem do Papa Bento XVI sobre a Campanha da Fraternidade (CF) 2011, vivida pela Igreja no Brasil neste Tempo da Quaresma.
Reforçando o tema proposta pela CF deste ano: "Fraternidade e vida no Planeta", o Santo Padre pede uma "mudança de mentalidade e atitudes para a salvaguarda da criação".
Bento XVI destaca que o primeiro passo para uma "reta relação com o mundo" é o reconhecimento, por parte do homem, "da sua condição de criatura". Sendo assim, ele deve buscar ser "mais sensível à presença de Deus naquilo que está ao seu redor: em todas as criaturas e, especialmente, na pessoa humana há uma certa epifania de Deus".
"O homem só será capaz de respeitar as criaturas na medida em que tiver no seu espírito um sentido pleno da vida; caso contrário, será levado a desprezar-se a si mesmo e àquilo que o circunda, a não ter respeito pelo ambiente em que vive, pela criação. Por isso, a primeira ecologia a ser defendida é a 'ecologia humana'", destacou o Papa, ao citar o trecho de sua Encíclica Caritas in Veritate.
De fato, o Santo Padre afirma que, sem uma clara defesa da vida humana, "nunca se poderá falar de uma autêntica defesa do meio-ambiente".
Por fim, Bento XVI destaca que o dever de cuidar do meio-ambiente é um "imperativo que nasce da consciência de que Deus confia a Sua criação ao homem não para que este exerça sobre ela um domínio arbitrário, mas que a conserve e cuide como um filho cuida da herança de seu pai, e uma grande herança Deus confiou aos brasileiros". (Fonte: Canção Nova)

A coerência entre fé e vida

Durante o tempo da Quaresma, agora iniciado, um aspecto será muito importante em nossa vida de conversão: a transparência, a sinceridade de coração. Quando ouvimos que não é apenas para rasgar as vestes externas, mas o coração; que não é para pronunciar os louvores de Deus apenas com os lábios, mas com o coração, recordamos a advertência do Sermão da Montanha no domingo que precedeu a Quaresma: não basta dizer Senhor, Senhor!

Entra no reino quem tem diante dos olhos, como seu horizonte, a vontade de Deus, as suas palavras. Daí a urgência, para nós e para as nossas comunidades, de sermos transparentes e coerentes. Que estejamos unidos com a Igreja que santifica, instrui, guia acolhendo, anunciando nos fatos e nas suas escolhas concretas a misericórdia de Deus, fazendo sentir-se perdoados, encontrando realmente os pobres. Somos chamados a olhar o mundo e os homens com o olhar misericordioso do Pai para que não nos tornemos cegos, olhando somente para nós mesmos.

São Palavras para estarem em nossa mente e em nossas atitudes (como se as amarrássemos na fronte e nas mãos), de tal forma que concretamente e com toda transparência busquemos uma vida de sincera conversão. Ouvir e colocar a Palavra em prática! Somente se estivermos abertos à graça de Deus e assim formos capacitados a amar, perdoar, acolher e respeitar, a nossa vida estará firme, será segura, porque estaremos colocando em prática o que disse o Senhor. Só assim nossa vida estará sendo construída sobre a rocha.

Construir a casa sobre a areia, ou seja, quando apenas ouvimos, mas não colocamos em prática, é o mesmo que buscar a si mesmo, fechar-se, não sendo capaz de olhar para frente, não dar-se conta, pensar pequeno, cuidar apenas dos próprios interesses. Precisamos construir sobre a rocha, colocando em prática a Palavra, construir sobre o coração de Deus!

Corremos o risco de uma vida fechada como se vivêssemos uma dissociação que faz movimentar a vida em vias paralelas ou em andares separados. De uma parte Deus, a quem dirigimos a nossa oração, a nossa meditação, a nossa ação em seu Nome; de outra, os nossos interesses e o resto da vida. É como se provássemos salvar a obediência a Deus e, ao mesmo tempo, subtrairmo-nos às exigências que a conversão exige. É nessa direção que precisamos buscar a coerência neste tempo quaresmal agora iniciado. Que a nossa vida transpareça as nossas convicções e vice-versa.

Nos domingos anteriores, quando escutamos a boa notícia da figura do homem novo no Sermão da Montana, meditamos sobre as palavras de Jesus, que diz que nós não podemos servir a dois senhores: eis que às vezes a nossa vida é uma desastrada tentativa de servir a dois senhores. O Evangelho sugere-nos que é da nossa vida cotidiana que se compreende verdadeiramente se temos ou não um só Senhor; é da vida cotidiana que dizemos aos outros quem é verdadeiramente o nosso Senhor.

Que o tempo de conversão e o silêncio da Quaresma nos encontrem disponíveis a dar passos nessa direção, correspondendo melhor ao chamado de Deus para vivermos o nosso Batismo, a nossa vida cristã com coerência e alegria.
D. Orani João Tempesta, Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ